lillapop


Para que serve a censura?

 

 

 

Não falo daquela censura panfletária, política. Refiro-me à esse mecanismo cotidiano, de escolhas pessoais e de como interferimos nas escolhas alheias. O certo e errado do dia-a-dia. E não adianta dizer que tanto faz, que não existe essa coisa de certo ou errado. Ou você nunca se pegou fazendo escolhas erradas, causando pequenas tragédias em sua vida pessoal? Ou você nunca se pegou agradecendo a Deus, por ter ido por este ou aquele caminho? Então? Existe, ou não?

 

Esses dias me espantei ao ouvir de uma amiga querida que seus pais censuravam a música da banda Mamonas Assassinas em sua casa. Sei que não existem fórmulas para educar um filho, e na maioria das vezes os pais fazem o que acham melhor, baseados nos seus valores e experiências pessoais. No caso dessa amiga, querida, com certeza  o conteúdo das letras não iria interferir em sua formação. Ela já devia ter, na época, personalidade e discernimento de sobra para tirar de letra a convivência com as metáforas divertidas dos mamonas.

 

Mas fiquei pensando, até que ponto esse tipo de coisa pode fazer realmente diferença na formação de alguém. E veio a lembrança de ter ido com meus sobrinhos, de 14 e 12 anos, ao show que o grupo realizou aqui em João Pessoa. Fomos acompanhados de outra garotada, primos da mesma idade da minha turminha. Nos divertimos muito, e logo depois a banda se foi, para sempre.  

 

E vejam só, meu garotinho de 12 anos hoje, aos 23 anos, é um jovem responsável, que mora sozinho e toma conta, muito bem de sua vidinha. Responsável, sério, trabalhador, carinhoso, e extremamente cuidadoso com as pessoas que ama, entre outras inúmeras qualidades. Mas é também muito engraçado, divertido e bem-humorado. Ah! E já gravou um CD no Japão, tem uma voz linda. Canta, dança e toca vários instrumentos.

 

E pensar que na época, uma de suas músicas preferidas era ‘Sábado de Sol’,: “Sábado de sol/ aluguei um caminhão/ prá levar a galera/ prá comer feijão/ chegando lá/ mas que vergonha/ só tinha maconha/ os maconheiros tava doidão/ querendo o meu feijão”.

 

Então, existe ou não, o certo e o errado? E para que serve a censura?



Escrito por lilla às 21h51
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Ano Nacional Machado de Assis

 

Agora é pra valer, o ano finalmente começou. Todo mundo sabe que é só depois do Carnaval que as coisas realmente começam a funcionar no Brasil. E este é o Ano Nacional Machado de Assis, uma justa homenagem a este escritor que é considerado um dos mais importantes nomes da literatura no país.

 

O seu legado está aí para quem quiser ler - e neste ano vai ficar mais fácil conferir o que ele nos deixou de herança. No dia 19 de setembro do ano passado, foi publicada no Diário Oficial da União a Lei 11.522, que fez de 2008 o “Ano Nacional Machado de Assis”.  A lei refere-se ao centenário da morte do escritor.

 

A canetada em si não produz efeito algum, mas as editoras começam a fazer sua parte. Serão vários os relançamentos, há até compilações inéditas. Elas estão se preparando para a febre machadiana e lançam (ou relançam) uma série de títulos, do próprio autor e sobre o autor.

 

No “pacote Machado de Assis”, além das obras já conhecidas, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro, o leitor vai encontrar poesias, teatro - que pouca gente sabe que ele escreveu -, almanaques, teses e muito mais. Sua obra abrange, praticamente, todos os gêneros literários.

 

Jornalista, cronista, contista, romancista, poeta e teatrólogo, Joaquim Maria de Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, cidade onde também faleceu, em 29 de setembro de 1908.

 

Filho de um operário e uma dona de casa, perdeu a mãe muito cedo e, como não teve condições de realizar estudos regulares, foi um autodidata. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), tendo sido seu primeiro presidente, cargo que ocupou por mais de dez anos.

  

O centenário da morte de Machado de Assis é o momento para se revisitar e iluminar um tesouro e, também, para colocarmos perguntas fundamentais à sociedade brasileira sobre nossa literatura e nossa cultura. O Ministério da Cultura elaborou uma extensa agenda de comemorações, e pretende  transformar 2008 em um ano de celebração, rememoração e sobretudo de atualização do pensamento machadiano.

 

Machado será o grande homenageado da 6ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Parati), que acontecerá de 2 a 6 de julho. E a lista de eventos é extensa. A Academia Brasileira de Letras terá exposições comemorativas e conferências. A USP prepara um colóquio. A Unesp promove no fim de agosto um simpósio internacional em São Paulo. Em setembro, a Fundação Casa de Rui Barbosa (RJ) organiza um ciclo de palestras sobre os contos do escritor.

 

E, em outubro, a Universidade de Yale (EUA) vai sediar um congresso sobre o brasileiro.

 

 



Escrito por lilla às 00h04
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Lillapop? Nada. Ando Lillaquieta. Como costuma perguntar um amigo querido: e isso quer dizer o quê?

 



Escrito por lilla às 18h45
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Imigração Japonesa no Brasil

Centenário será comemorado durante todo o ano de 2008

As comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil serão lançadas oficialmente no país, nesta quinta-feira, 17 de janeiro, no Auditório Vladimir Murtinho, do Palácio Itamaraty, em Brasília, às 10h. Estarão presentes parlamentares e diplomatas de ambos os países e demais autoridades.

O Japão será representado pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Hitoshi Kimura e representado o ministro da Cultura, Gilberto Gil, o comissário-Geral do Comissariado da Cultura Brasileira no Mundo (CCBM/MinC), Marcelo Coutinho.

Os primeiros imigrantes japoneses chegaram no Brasil em 1908, a bordo do navio Kasato Maru, e desembarcaram no Porto de Santos (SP). Vieram atraídos pela oferta de trabalho nas lavouras de café da Região Sudeste. Hoje encontram-se espalhados por todo o país e constituem a maior colônia de descendentes nipônicos fora do Japão, somando uma população aproximada de 1,5 milhão de indivíduos.

O Ministério da Cultura (MinC) tem um espaço destacado nas comemorações dos 100 anos da imigração japonesa, tendo em vista a influência desta população nos costumes e tradições do povo brasileiro, que formam a Cultura do país. O MinC estabeleceu o ano de 2008 como sendo o Ano de Intercâmbio Brasil-Japão e irá promover uma série de atividades culturais em ambos os países, para celebrar a data. O ministério faz parte da Comissão Nacional Organizadora das Comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, que reúne vários órgãos públicos federais e é coordenada pela embaixadora Maria Regina Dunlop.

A programação das comemorações ainda está sendo elaborada e será divulgada até o final do mês de fevereiro, junto com a relação final dos selecionados para participar do evento. Os projetos culturais inscritos precisam ser aprovados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura, e passar pela aprovação da Comissão Nacional. O MinC integra o Grupo de Trabalho da Cultura, Esporte e Turismo, responsável pela seleção final dos projetos.

A equipe do CCBM/MinC realiza o acompanhamento da tramitação dos projetos inscritos para participar das comemorações, junto à Lei Rouanet, e auxilia o Grupo de Trabalho na seleção daqueles que irão divulgar a Cultura brasileira no Japão.

Saiba mais sobre as comemorações no site da Comissão Nacional: Japão Centenário.

Fonte: Ministério da Cultura

 



Escrito por lilla às 00h15
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"Nunca podemos recuperar totalmente o que foi esquecido. E talvez seja bem assim. O choque do resgatado passado seria tão destrutivo que, no exato momento, forçosamente deixaria de compreender nossa saudade."

Será que Walter Benjamin está com a razão?



Escrito por lilla às 13h46
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Adeus Ano Velho?

ou

Feliz Ano Novo?



Escrito por lilla às 16h51
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Dica de Leitura

EPISÓDIO HUMANO

Livro traz raros artigos em prosa da poeta Cecília Meirelles

Entre 1929 e 30, Cecília Meireles escreveu uma série de artigos para O Jornal, importante periódico diário que circulou no Rio de Janeiro. Não se tratava, porém, da poesia que a tornou uma das principais autoras brasileiras - com aguda sensibilidade, Cecília sabia transportar as emoções que rodeavam seu cotidiano para o universo das palavras. Assim, aqueles artigos traduziam, em refinada prosa poética, a dor que a poeta sentia por viver um momento difícil: a convivência com a depressão do marido, o escultor e pintor português Fernando Correia Dias. Os textos estavam esquecidos até serem encontrados no início do ano e reunidos no volume Episódio Humano (176 páginas, R$ 35), que as editoras Batel e Desiderata lançam agora conjuntamente.

Em nenhuma linha o problema é exposto, mas Cecília consegue transformar a dor em algo quase palpável. "Por causa da depressão, meu avô se enclausurava; assim, para enfrentar um problema que na época não tinha um tratamento adequado, para se consolar de sua incapacidade de fazer algo, Cecília escrevia", comenta Alexandre Carlos Teixeira, neto da poeta e agente literário de sua obra.

De fato, a angústia que, para os leitores despontava apenas como inspiração para a poeta, surge em diversos trechos dos artigos, enigmáticos, codificando seu verdadeiro pesar. Sensações expressas em trechos como "Tão longe andarás de mim que não poderei mais imaginar que algum dia estivesses perto". Ou em "Esperas intermináveis foram desfazendo o tênue elemento da tua figura. De que era feito teu rosto quando aparecia na minha memória? De nuvem? De cinza? De aroma?". E ainda: "Aprende-se a morrer."

Apesar de identificados como "crônica", tais textos apresentam uma estrutura diferente. Nem sua linguagem é leve e descompromissada, como marca o gênero. Ao contrário - ali está, em prosa, a mesma densidade lírica e simbólica que Cecília utilizava em seus poemas.

Teixeira conta que os avós se admiravam e se amavam profundamente. Todas as figuras femininas na obra de Fernando Correia Dias tinham a mulher como musa inspiradora - é o caso do desenho que ilustra a capa de Episódio Humano, assim como do perfil que está na contracapa. "Acredito que essa reunião de crônicas pode ser comparada a um dos livros mais famosos de Cecília, Cânticos", diz Teixeira. "No texto em prosa, ela exterioriza sua perplexidade, enquanto na poesia dos Cânticos ela parece incentivar o marido a não desistir."

Uma última tentativa aconteceu em 1934, quando Cecília Meireles foi convidada pelo governo português a fazer uma série de conferências em cidades como Lisboa e Coimbra. O convite reanimou o casal, especialmente Correia Dias, na expectativa por voltar à terra natal. "O efeito, porém, foi contrário", conta Teixeira. "Cecília foi muito festejada pelos portugueses, que não receberam com o mesmo calor seu conterrâneo."

O resultado foi trágico - de volta ao Brasil, Fernando aprofundou-se em sua crise até se matar, em 1935. As crônicas, portanto, terminaram como um testemunho de Cecília em seu ímpeto de eternizar seu presente. Em 1939, quando fazia dez anos do início de sua colaboração ao O Jornal, a poeta decidiu recuperar seus artigos e os organizou com a disposição de editá-los em livro. Preparou até uma introdução, em que revela uma dor persistente. "Relendo-os, verifico, dez anos depois, que ainda me comovem essas páginas. Nelas está minha vida, em toda a sua pureza, numa fase amargurada de construção. Amo essa tristeza conformada da minha disciplina", datilografou ela.

A introdução, assim como 20 recortes, foram encontrados em sua biblioteca, ainda hoje intacta, no casarão onde morou, no bairro do Cosme Velho, no Rio, até 1964, quando morreu dois dias depois de completar 63 anos. "Em sua recomendação, Cecília comentou ainda que desconfiava da existência de outros artigos, que encontramos nos arquivos da Biblioteca Nacional", conta Carlos Barbosa, editor da Batel, que, entusiasmado com a descoberta, assumiu a edição da obra em livro.

Cecília Meireles comentou ainda, em sua carta, que excluía do conjunto os dois primeiros textos da série (Roerich e Taj Mahal), considerados por ela "peças de circunstância". Pelo mesmo motivo, Barbosa e Teixeira não relacionaram O Homem-Grande, encontrado na Biblioteca Nacional. "Embora não estejam editados no grupo dos textos aprovados por ela, decidimos incluir os três textos no final do volume, pois se tratam de escritos inéditos em livro", explica Barbosa.

Reaberta depois de conturbada disputa familiar, a biblioteca de Cecília Meireles guarda, no entender de Teixeira, mais tesouros inéditos. "Ela cuidava bem de sua obra, deixando até sugestão de ilustração para a capa dos futuros livros."

(Fonte: estadao.com.br)



Escrito por lilla às 15h50
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ando atravessada por um deserto



Escrito por lilla às 16h56
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Cultura X Corrupção

 

A cultura foi ontem à noite (6) mais uma vez o destaque da mídia nacional. Mas desta vez a pauta estava fora do foco. O Jornal Nacional mostrou uma matéria sobre corrupção no Ministério da Cultura (MinC). Uma quadrilha que atuava dentro do Ministério foi descoberta pela Polícia Federal. Funcionários recebiam propina para facilitar a liberação de recursos, agilizar a aprovação de projetos, e uma série de outras facilidades.  O grupo trabalhava em parceria com produtores culturais e outros agentes ligados à área. Dizer que o grupo trabalhava é eufemismo porque o nome correto para esse tipo de atividade é roubo, e a ação, formação de quadrilha, especializada em desviar verba da cultura.

 

O que, na verdade, só vem comprovar o que mostram as recentes pesquisas do IBGE. Que a cultura é sim um importante fator de geração de renda. Projetos culturais grandiosos têm sido desenvolvidos pelo MinC ou pela iniciativa privada. Um exemplo são as bilheterias dos teatros no Sul do País. Há muito tempo elas deixaram de ser a principal fonte de renda de artistas e produtores. Eles sobrevivem dos gordos patrocínios, quando conseguem, é claro.

 

Mas ouvir que uma quadrilha atuava dentro do MinC ainda causa  um grande estranhamento. Exagerando um pouco, seria quase o mesmo que ouvir dizer: o mendigo da esquina foi assaltado. Mas não se espante, o MinC movimenta muitos recursos. Atividades culturais hoje, mesmo nos municípios mais distantes, muitas vezes movimentam muito dinheiro. E isso atrai os olhares daqueles que infelizmente (sem trocadilho) se utilizam da popular ‘cultura da lei do Gérson’, querem levar vantagem em tudo.

 

Lobos em pele de cordeiro, se fantasiam de um falso interesse pela cultura, mas querem apenas ganhar dinheiro. O nome disso é corrupção, que ao pé da letra significa 'tornar algo podre'. Por isso, é necessário vigiar o frágil universo da nossa produção cultural. E manter esse tipo de lobo mal longe dos nossos já tão escassos recursos.

 

(Lilla Ferreira, para o CBN João Pessoa)



Escrito por lilla às 17h05
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MINHA (lembrança)CASA

  MINHA (saudade) LAR

 

 

 

 

 



Escrito por lilla às 15h58
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"eu vejo flores em você"

é primavera



Escrito por lilla às 19h07
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Elba Ramalho canta Amplidão, uma composição de Chico César, em seu mais novo trabalho, o CD Qual o assunto que mais lhe interessa?”. Exatamente a melodia do ‘assunto’ que mais tem me interessado no momento.

 

“Deixa eu te guardar/ A casa é sua/ Faz em mim teu lar/ Me reconstrua/ Queira me habitar/ Onde eu me escondo/ Faz deste lugar/ Só seu no mundo/ Eu quero ser/ Onde você sossega a alma/ E chora e ri/ Encontra a calma/ Pra sonhar/ Sem dormir/ Vem acender/ As luzes que iluminam/ O meu coração/ Vem ter comigo/ Sua parte da amplidão/ De minha parte eu estou aqui.”

 

                                     

A cantora iniciou sua turnê  "Raízes e Antenas" que dá início ao trabalho de lançamento do CD e DVD homônimo, nesta terça-feira (18), em João Pessoa, no Teatro Paulo Pontes.

 

 

Veja  matéria publicada no portal ClickPB: "Elba abre turnê em João Pessoa e declara: Me sinto em casa"

 



Escrito por lilla às 22h06
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Caminhando

 

Na bagagem, paciência, prudência e persistência. Quantas vezes é preciso bater na porta até que ela se abra? Saber esperar e aceitar limites, dois grande desafios.



Escrito por lilla às 08h24
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Metade

Adriana Calcanhoto

 

 

Eu

perco o chão, eu não acho as palavras


Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco a hora, eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco a chave de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio

Onde será que você está

agora?



Escrito por lilla às 11h25
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E agora?

 

Em algum momento a realidade se impôs. Precisava de silêncio e solidão. Acabei gostando, acostumando, querendo ficar quieta, para sempre. Percebi que a lucidez é um estorvo.



Escrito por lilla às 15h44
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